O operador sabe mais do que você imagina
Na rotina de adequação à NR-12 temos o costume de focar em laudos, plantas e check-lists mas esquecemos de consultar a fonte mais valiosa do processo: o operador.

Pensa comigo, nenhum especialista passa 8 horas por dia ao lado daquela máquina. O operador sim. Ele sente quando a vibração mudou, quando o tempo de resposta do freio aumentou, quando aquela proteção atrapalha mais do que protege. Esse conhecimento empírico não está em nenhum manual. Além disso, estamos falando da pessoa que está diretamente exposta ao risco. Se a NR-12 existe para protegê-lo, faz todo sentido que ele seja parte ativa da solução.
Levando em consideração que o operador é quem mantém a produção rodando, ignorar a opnião dele não é só um erro de segurança, é um erro de gestão. Escutar o operador não significa terceirizar a análise de risco, significa complementar a visão técnica com inteligência de chão de fábrica.
Os melhores projetos de adequação que já vi nasceram dessa parceria.


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